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Entrevista ao cantor Thiago Grulha

Entrevista ao cantor Thiago Grulha

Desde que iniciou seu contato com a música ainda na infância, quando integrava um coral infantil dirigido por seus pais no qual em pouco tempo se destacou e assumiu o posto de um dos solistas de forma natural, aquele menino que chamava a atenção por sua bela voz e pequena estatura interpretou duetos com sua mãe e irmão mais velho, e por vezes alegrava-se junto à sua família entoando – todos os 6 “Grulhas” – hinos de louvor a Deus. Estes momentos musicais vividos em família acabaram por apelidá-los de Família do-ré-mi. 

Decidido a conhecer o universo da música popular, interrompeu suas aulas de piano clássico e começou a ter aulas de teclado, tempo este no qual experimentou um maior desenvolvimento do seu talento, não tanto pela troca docente, mas por sua crescente paixão por seu instrumento. 

Thiago Grulha tem presença garantida em Congressos de Jovens e Institutos de quaisquer estações do ano, tanto para pregar quanto para ministrar através das poesias que lhe são presenteadas pelo Pai, com o maravilhoso enlace de tocantes melodias. 

No meio da multidão é a faixa-título e a primeira do álbum, trata da figura do ser-humano solitário, que por estar sempre atrás de alguma maquiagem que o iguala ao coletivo, encontra-se invisível e irresgatável. 

Então, o site JOVENS EVANGÉLICOS fez uma entrevista ao grande cantor Thiago Grulha, de modo a descobrir um pouco mais de sua caminhada profissional e espiritual, trazendo também, alguns conselhos aos jovens que iniciam sua jornada de fé.

Segue abaixo a entrevista à página:

A paz de Cristo, Thiago Grulha!

 Antes de tudo, gostaria de te agradecer por atender ao nosso convite de fazer esta entrevista. Pude ter o prazer de ouvir suas canções e confesso que fui contagiado pelas letras e por suas melodias. Realmente, são lindas as músicas.

Portanto, vamos às esperadas perguntas.

1. Conte-nos sobre o início de seu ministério como cantor e escritor.

Já reli minha história e costumo alterar seus começos. Isto porque é muito interessante revisitar momentos, lugares, diálogos, pois, conforme amadurecemos, reinterpretamos o passado. Hoje, penso que, tanto a música quanto a literatura, já faziam parte da minha infância. No entanto, passei a ministrar com mais frequência e a escrever com um maior envolvimento, na fase da adolescência. Participei de um coral infantil, de uma banda junto com o meu irmão mais velho e de grupos de adolescentes e jovens que tocavam e cantavam no ministério de louvor. Sempre estive perto deste universo musical. Mas foi quando conheci o Paulo César Baruk que minha caminhada tornou-se mais ampla e constante. Ele produziu meu primeiro CD (no meio da multidão) e foi quem publicou meu livro. (Feitas de Nuvens e Pó – Minhas Frases)

2. É perceptível o quanto você prega o amor em suas canções. Na sua opinião, as pessoas estão se tornando cada vez mais egoístas e carecem de viver o verdadeiro amor?

Somos egoístas. Autocentrados. A generosidade vive tentando ter mais espaço, mas não tem muito sucesso em nosso coração. Canto muito sobre o amor tentando acordar o meu próprio espírito. Alguns, conhecendo meu trabalho, percebem precisar do mesmo e se identificam com meu grito de socorro. O amor é o caminho mais estreito da existência. Não dá pra trilhá-lo acompanhando do egoísmo.

3. Particularmente, gosto muito da canção SUPER-HERÓI. Jesus Cristo é o super-herói que em sua infância você buscava?

Na verdade não. Fui uma criança bem comum. Das que se empolgam com os poderes dos heróis da TV e comentam com os colegas da escola sobre os episódios mais empolgantes. Gostava de vibrar com as vitórias do mocinho sobre os bandidos. Decorava os chavões e brincava de lutinha com os meus irmãos, tentando reproduzir golpes mirabolantes. Curtia demais! Sobre Jesus, creio que na minha infância, nunca o vi como um herói. O via como um homem muito bom que fez algo difícil pra me salvar. O via como um rosto solitário, incompreendido. Triste as vezes. Alguém que aceitou sofrer por nós. Lembro-me de sorrir muito quando me apresentaram o quadro onde um pastor carregava sua ovelha nos ombros. Foi uma cena forte pra mim. Cheia de beleza. Me disseram que Jesus era assim. Um pastor buscando sua ovelha perdida. O resultado disto não foi um salto comemorando o feito heróico, mas uma ternura me dizendo que aquilo era amor.

4. Quais são seus planos profissionais para o futuro?

Continuar cantando, escrevendo, compondo e assessorando os cantores com quem tenho trabalhado há anos.

5. Por se tratar de uma página direcionada ao público jovem, peço-te que deixe um recado aos jovens leitores que acompanham esta entrevista.

Jovens. Somos fortes! Há coisas que só poderão ser vividas neste tempo, nesta fase, neste trecho histórico. Descubram o que Deus quer dos teus dias de vigor e entre de cabeça nisto. Vá com tudo! Há belezas escondidas na obediência. Encontre-as!

 Thiago, novamente gostaria de agradecer pela atenção e pelo quanto suas músicas tocam nosso coração. Continue permitindo que o Espírito Santo te use para tocar-nos com suas canções e seus livros.

Graça e Paz!

Meu desejo é ser um engenheiro, pastor e pregador abençoado e segundo o coração de Deus! Cristão desde criança, sempre buscando conhecer a Bíblia e aprender mais sobre Deus. Meu prazer sempre foi estudar a palavra de Deus e compartilhar o que aprendi. A partir disso, tive a oportunidade de ser colunista. Vi isso como uma forma de ser um instrumento de evangelização através dos meus textos. Espero que o nome de Jesus seja glorificado através do trabalho dos JOVENS EVANGÉLICOS (JE).

     
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  • DIONCLENIY MACHADO

    BOA TARDE TODOS NÓS TENHOMOS UM CHAMADO ALELUIA